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Frequências para Alteração das Funções Cerebrais a Distância

  • Writer: davidblack
    davidblack
  • Aug 29, 2021
  • 4 min read

Updated: Sep 2, 2021

Porque o chapeuzinho de alumínio não funciona

Desde 1942 já se demonstrou que o cérebro pode sofrer interferências eletromagnéticas externas e assim ter as suas funções alteradas a distancia. É sempre relevante notar que a tecnologia em si é neutra, ela pode ser usada para o desenvolvimento ou para a destruição. Alterar as funções cerebrais a distancia pode ter um efeito benéfico pois possibilitaria por exemplo ajustar a pressão arterial ou o ritmo do coração para evitar acidentes vasculares ou paradas cardíacas. Com vozes e imagens moduladas direto no cérebro é possível superar a cegueira ou a surdez.

Porém a tecnologia foi ‘descoberta’ durante o período de umas das maiores guerras da humanidade e em um contexto de guerra ideológica, assim tornou-se ‘natural’ que a tecnologia de alteração cerebral passasse a ser usada como controle da mente. Vozes e imagens moduladas na cabeça são usadas para simular loucura ou condicionar o comportamento para uma determinada orientação política, bem como modulações específicas para induzir acidentes vasculares e infarto a distancia e assim matar o inimigo.


Daquela época, dos longínquos 1942, até os dias atuais vários estudos tem sido feitos para se determinar quais as frequências e modulações disparam funções cerebrais específicas. Atualmente tem-se certo que o espectro de frequência é vasto, indo das frequências extremamente baixas (ELFs) até as micro-ondas. Já em 2007 Bachmann afirmava:

“Em nossos estudos anteriores, as mudanças relativas na energia dos ritmos do EEG causadas pela radiação de microondas modulada dentro do espectro fisiológico do EEG nas frequências de 7 Hz, 14 Hz e 21 Hz foram investigadas (Hinrikus et al.2004, 2005). A conclusão foi que o efeito produzido pela radiação de microondas tem uma clara dependência da freqüência e aumenta com a freqüência de modulação.” Backmann, 2007.

Observa-se assim que a radiação de micro-ondas não-termal pode alterar os padrões cerebrais a distancia, porém não é qualquer radiação de micro-ondas pois ela precisa estar modulada nos padrões de funcionamento do cérebro, nas frequências que podem ressoar ou interagir com o cérebro, e essas frequências são as baixas frequências, em especial entre 3 Hz e 30 Hz. Se as micro-ondas moduladas em ritmos neurais no padrão do eeg podem alterar o eeg, também as baixas frequências diretamente no padrão neural alteram o cérebro. Também em 2004 Prato concluiu:

“Este estudo descobriu que a atividade alfa foi significativamente maior na região occipital após uma exposição MF de 15 min em comparação com a exposição simulada. Aproximadamente 30% da variação na atividade alfa pode ser explicada pela exposição MF pulsada. Este resultado é muito consistente com a literatura anterior, onde o alfa occipital foi encontrado para ser maior após ELF MF ...” Prato, 2004

Observe que os dois autores fazem referencias a estudos e pesquisas anteriores, sendo possível achar estudos desde 1942 sobre o tema. O mais importante dessa discussão é que atualmente, qualquer um que queira criar um ambiente seguro para evitar o controle da mente a distancia precisará criar um nível de blindagem amplo, bloqueando frequencias entre baixas frequencas (ELFs) até microondas. Qualquer pesquisador que trabalhe com engenharia de materiais para radiofrequencia sabe que essa não é uma atividade trivial.


O alumínio, o cobre e o aço possuem baixa permeabilidade magnética, bem proximo a permeabilidade magnética do ar, assim, ainda que esses materiais sejam usados com eficiencia para bloquear sinais acima de 100 kHz, são completamente ineficazes para frequencias menores. Nesse sentido, caso esteja exposto a alteração cerebral a distancia usando-se baixas frequencias o ‘chapeuzinho de alumínio’ será completamente ineficaz e provavelmente a pessoa será marcada como uma doida em delírio persecutório.


No auge da guerra fria e durante os estudos do MKUltra, Andrija, em 1952, já tentava integrar a alteração cerebral provocada por radiofrequencia as pesquisas de controle social usando a religião e o misticismo para conduzir o comportamento social e criar uma barreira ideológica contra o comunismo. Naquela época, o público em geral pouco sabia sobre a variedade de comportamento das frequencias magnéticas em relação aos materiais de bloqueio, porem nos meios militares Puharich descreveu a gaiola como um 'escudo contra ondas de rádio eletromagnéticas, permitindo que apenas ondas magnéticas de freqüência extremamente baixa (ELF) passem.' Em várias ocasiões, Puharich afirmou aos cientistas da CIA: 'Não existe uma operação de guerra psíquica ou laboratório de pesquisa no mundo que não faça uso do [Faraday] Cage.'


Para Andrija Puharich, na medida em que o cobre e o aço não conseguem bloquear as baixas frequências, ele tentava convencer os demais militares que as ELFs poderiam ser usada para alterar o cérebro do inimigo, mesmo que estivessem dentro de uma câmara blindada e ainda se fazer passar por algum tipo de experiência mística ou religiosa e assim convencer comunistas que haveriam forças espirituais atuando a favor do modo de vida americano.


Alter human behavior with ELF magnetic watch
Alteração do comportamento usando um relogio magnético ELF

Vale lembrar que Andrija levou seu modelo de controle social adiante, buscando integrar sinais magnéticos de controle da mente com modelos de controle social usando cultos místicos e religiosos, em especial cultos protestantes e evangélicos, como no início baseou-se nos cultos e superstições de povos primitivos, Puharich, a pedido de Henry Belk, acabou no brasil em 1963 analisando Arigo , o "cirurgião psíquico" que fazia as operações sem anestesia ou antissepsia e usando apenas facas de cozinha. Seus pacientes supostamente não sentiam dor e praticamente não havia sangue. Arigo afirmava que um doutor Fritz, falecido em 1918, o guiava (curiosamente, o próprio Puharich nasceu em 1918).

Foi também em 1963 o assassinato de JFK e o ano em que ARTICHOKE e MUKULTRA foram oficialmente fechados, porem cada um desses projetos produziram programas sucessores mais robustos e mais secretos. Atualmente o modelo de alteração das funções cerebrais a distancia usando radiofrequência segue os padrões definidos por Andrija no início dos anos 50 do século passado, misturando a alteração do eeg com temas tipicamente religiosos e místicos como telepatia, visão remota espiritual, projeção astral, alienígenas, etc., Um conjunto integrado de variáveis da engenharia social precisamente projetados para promover o controle do comportamento individual, tudo sob a aura da liberdade democrática dos Estados de direito ocidentais contemporâneos.


 
 
 

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